O que é MINOCA e como investigar o infarto sem obstrução
Show transcript
00:00:01: Olá, colegas!
00:00:02: Vamos abrir o nosso bate-papo de hoje com um dado curioso na cardiologia.
00:00:07: Seca de seis por cento de todos os casos de infarto agudo do miocardio acontecem em pacientes sem nenhuma obstruções significativas nas artérias coronárias.
00:00:17: Pois é e esse é o grande desafio do infarto do miocardo com artérios coronárias nonobestrutivas conhecido como minoca porque na prática um cateterismo sem obstruçam pode passar a impressões de que o quadro é de menor risco à primeira vista.
00:00:32: Mas os dados mostram que nem bem assim, nesses casos a mortalidade pode chegar a quatro vírgula sete por cento em doze meses e a taxa de eventos cardiovasculares maiores alcança os vinte e cinco porcento num período de quatro anos.
00:00:49: É exatamente por isso que a gente trouxe esse tema.
00:00:52: quando a investigações interrompidas após uma angiografia sem estenoses Informações importantes sobre a causa da isquemia podem deixar de ser identificadas.
00:01:02: Quando a isquemia acontece, é importante saber o motivo.
00:01:06: O minoca nem uma doença única e achar a causa exige métodos complementares.
00:01:11: Pode ter sido uma desrupciam de placa que se resolveu antes do exame ou uma dissexion coronariana espontânea, tromboembolismo ou mesmo um espasmo coronariano.
00:01:21: E descobrir esse motivo é o verdadeiro desafio na prática, porque a síndrome minoca Na prática, a gente divide essa investigaça em três momentos.
00:01:54: O primeiro acontece ali na hora, na fase aguda com o paciente no cateterismo.
00:01:59: Esse é um momento mais indicado para usar a tomografia de coerência óptica, a OCT.
00:02:04: Como a tecnologia tem uma resoluções dez vezes maior que ultrassom intravascular, o médico consegue enxergar detalhes mínimos na parede da coronária.
00:02:13: Saindo da fase agudas entramos na fase subaguda preferencialmente nas duas primeiras semanas.
00:02:20: Aqui entra a ressonância magnética cardíaca, a función dela é esclarecer o cenário.
00:02:25: O infarto foi esquêmico mesmo ou estamos lidando com uma miocardite por exemplo?
00:02:31: E a terceira etapa serve para fechar o quebra-cabeça.
00:02:34: Imagina que a ressonância confirmou a esquemia mas ao se até lá no início nem achou a lesÃo culpada.
00:02:40: Nesses casos a indicaçom é fazer um teste provocativo com ácetilcolina intracoronariana justamente para confirmar ou descartar de vez o espasmo coronariano.
00:02:50: Faz todo sentido, fica muito claro que a integrações entre a tomografia de coerência óptica e a ressonância muda o futuro do paciente.
00:02:59: A partir da compreensões do mecanismo do evento esquêmico que o médico consegue avaliar os fatores de risco e apoiar o planejamento clínico no ambulatório após a auto-hospitalar.
00:03:10: É isso mesmo.
00:03:11: e para os profissionais que querem aprofundar a conduta em cenários esquêmicos complexos, a dica é acessar o curso de terapia de reperfusões que está disponível no referência hospitalar de forma gratuita apenas para profissionals da saúde.
00:03:26: Essa é uma ótima dica!
00:03:29: Um abraço a todos e até a próxima!
00:03:32: Até lá!
New comment